segunda-feira, 27 de julho de 2026

MARTA MIMOSA DE XICOBURI (*25/09/2014 +27/07/2026).

 

O 27 DE JULHO DE  2026 É... ...O 208 DIA E A 30ª SEGUNDA-FEIRA NA 30ª SEMANA DO ANO


Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas, saudações!

Há pouco tempo atrás, somente algumas horas passadas,  xicoburi retornei para casa vindo de um enterro. Desta vez foi uma das gatas de xicoburi que passou para o outro plano, Felíxia Mimosa de Xicoburi, uma gata de não raça pura, que xicoburi a adotou bebezinha ainda numa esquina não longe de casa. E faleceu, aqui mesmo em nossa casa pouco tempo antes de completar seus 12 anos de idade. Felíxia Mimosa de Xicoburi nasceu em 25 de setembro de 2014, ela era quádrupla na ninhada. Xicoburi a acolhi como filha adotiva, ainda bebê. Ela era uma personagem divertida; brincalhona e muito carinhosa com xicoburi. Ela sempre foi obstinada e determinada, e não deixava ninguém lhe dizer o que fazer. Uma verdadeira gata “trabalhadora”. Felíxia Mimosa estava interessada em tudo o que a rodeava e em aprender sobre o mundo.

Isso, talvez até demais, pois acabou se perdendo durante o período de cio. Sua aventura, porém, terminou bem. Xicoburi tomei a decisão, em consulta com o veterinário, com quem sempre trocava ideias sobre “o reino animal” na época, de que Felíxia Mimosa deveria experimentar a maternidade pelo menos uma vez. Com um ano de idade, ela deu à luz trigêmeos. O pai é desconhecido, mas acredita-se que seja uma “fotocopiadora”, já que os filhotes eram réplicas exatas dela. Esses filhotes foram então acolhidos por xicoburi mesmo e depois de grandinhos...desapareceram como por encanto...nunca mais apareceram aqui em casa. Talvez, essa gurizada tem ido, vamos assim dizer, garantir assim a distribuição de sua preciosa espécie por todo o município 😉 por volta da mesma época em que Felíxia Mimosa de Xicoburi se tornou mãe, xicoburi voltei ao amigo veterinários para dizer que jamais Felíxia Mimosa seria castrada...xicoburi sou contra castração de animais, acho isso tão antinatural.  Novamente mamãe, de dois gatinhos tão somente e com eles, Felíxia Mimosa se sentia à vontade próxima de xicoburi, às vezes, ronronando, dando suas devidas bronquinhas, os ensinando a caçar, a brincar e coisa e tal... Não sei quanto a Deus, já que Felíxia Mimosa e xicoburi nunca trocamos ideias sobre religião. Ela parecia bastante pragmática.

Em algum momento, usei a palavra "querida" para me referir a ela. Xicoburi não me lembro das circunstâncias. Se ela pulou no meu colo enquanto xicoburi assistia à TV, ou se xicoburi simplesmente a peguei no colo em quanto comia alguma coisa...Marta Mimosa adorava comer queijo e xicoburi posso dizer que amo comer queijo...Sempre me lembro das palavras de uma irmã, que achava esquisito xicoburi dirigir a palavra a um gato (uma gata, ela quis dizer!) dessa maneira. "Você não teria que parar com essa mania de ficar trocando ideias essa gata?" A irmã nunca foi muito fã de gatos, de cães sim. A questão é que, naquela época, xicoburi era bastante fechado emocionalmente. No entanto, aprendi a expressar meu afeto quando me sentava com Victoria em meus braços e conversava com ela. Não é muito diferente do sentimento que tenho quando expresso meu carinho pelas poucas, porém, boas pessoas que tenho amizade hoje em dia. Embora, com Felíxia Mimosa esse sentimento fosse muito mais profundo; uma diferença de grau, e não de natureza. Com certeza, Felíxia Mimosa ensinou xicoburi a amar. Ela se foi enterrada no fundo do nosso quintal, dentro de uma caixa de papelão para calçados...

E assim xicoburi termino dizendo: Felíxia Mimosa de Xicoburi, obrigado por estar presente nesta, talvez, estupida postagem...TCHAU E AO REVER!


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