Querido Diário, “Minhazamiga”, “Meuzamigo” e Camaradas,
saudações!
Como xicoburi costumo fazer, vou
começar a próxima postagem deste diário virtual logo após publicar a anterior. E
assim, xicoburi vou pensando em escrever com mais frequência. Este velho, mas
ainda bom computador é uma máquina de verdade, assim como o sistema
operacional. É como se ele pudesse ler a mente de xicoburi. Depois que entendo algo,
não tem problema nenhum fazer de novo. No entanto, ainda xicoburi não descobri
como funcionam os limites de capacidade neste computador. Normalmente, o maior
problema de xicoburi é quando troco de computador ou sistema operacional é
justamente descobrir esses limites.
Xicoburi posso dizer que sou
incrivelmente inconsistente na caminhada matinal que faço quotidianamente, mesmo
assim, saio para caminhar quase todas as manhãs, porque algumas faço isso na
parte da tarde, logo após as 17h. O padrão é de duas horas ou 12 quilômetros e
alguma coisa. Esta manhã, por exemplo, não consegui atingir o ritmo de
referência (que é de 400 metros a cada 5 minutos). Às vezes não tenho
dificuldade nenhuma e às vezes consigo atingir o ritmo ideal. Na verdade, ainda
não estou tão avançado a ponto de publicar os resultados aqui depois dessas caminhadas...
talvez esse dia chegue.
Pelo que parece, o outono chegou.
Ontem boa parte do dia foi cinzento, com alguma garoa e à noite, tivemos
algumas chuvas e ventos. Xicoburi acho que por causa de uma massa de ar na madrugada, não só um vaso de flores bateu
com força na grade da varanda, fazendo barulho, como também o suporte da antena
de televisão sobre o telhado ficou solto e galhos mais fracos de algumas
arvorezinhas que tenho no quintal foram arrancados pela primeira rajada de
vento mais de outono que passou aqui pela nossa região. Xicoburi ainda acho que nada foi danificado,
perdido ou destruído, já que xicoburi não tenho cama elástica para fazer
ginásticas lá fora 😊 E posso dizer também que xicoburi nunca tive
medo do tempo, e isso parece completamente inofensivo.
“Dirão mais tarde os
historiadores: Foi um triste instante da
vida brasileira. Aumentaram as dificuldades naturais do povo e procuraram
despojá-lo de suas conquistas básicas. Tentaram sufocar as esperanças de um
futuro, fazendo o país regredir cada vez mais!”
Coluna de Carlos Heitor
Cony, no jornal CORREIO DA MANHÃ de 11 de julho de 1964
Na verdade, não está acontecendo
muita coisa ultimamente, e isso é bom. Já dizia o ditado: "A ausência de
notícias é uma boa notícia". Contudo, isso não deveria ser um empecilho
para nós, blogueiros. Estamos acostumados a escrever sobre tudo e sobre nada.
(Exceto, é claro, os blogueiros de notícias.) E, na maioria das vezes, sobre
nada. O que me leva a uma pergunta que sempre me intriga. Mas é isso que dizem
aos pobres jornalistas que escrevem algumas reflexões nas páginas de alguns
jornais e revistas de papel que ninguém lê: "Seja breve, pessoal e insignificante",
imagino.
Bem, então chegou a hora. O Word
está avisando xicoburi que a página está quase terminando, então provavelmente
é melhor parar por aqui e dizer: