Querido Diário, “Meuzamigo”, ”Minhazamiga” e Camaradas
saudações!
Eita! E esta quinta-feira
amanheceu com céu azul, com forte brilho de sol intenso e faz calor; por
enquanto não parece que estamos no outono.
No fundo do quintal, xicoburi vi uma aranha sozinha, quieta, tecendo sua
teia, um trabalho bastante delicado e bem feito. E xicoburi digo que quão
delicado e fantástico é o trabalho de uma aranha tecendo sua teia.
O trabalho de uma aranha é uma
das obras de engenharia mais impressionantes da natureza, unindo uma delicadeza
extrema a uma resistência fenomenal. Xicoburi fui pesquisar a respeito desse
animalzinho e sua arte fantástica e encontrei que o fio da teia é proporcionalmente mais forte que
o aço e mais elástico que o nylon . Algumas aranhas produzem diferentes tipos
de seda para diferentes partes da teia — fios grudentos para capturar presas e
fios secos para elas mesmas caminharem.
E elas tecem numa geometria instintiva, sem régua ou compasso, as
aranhas utilizam o próprio corpo como medida para criar espirais e raios com
precisão geométrica quase perfeita, muitas vezes no escuro absoluto.
Reciclagem Inteligente: Muitas
espécies comem a própria teia ao final do dia para recuperar as proteínas e
"reutilizar" o material na construção da teia seguinte. E além do
mais, a teia da aranha não é apenas uma armadilha, mas uma extensão dos
sentidos da aranha. Elas conseguem interpretar vibrações sutis para distinguir
se o que caiu na rede é uma presa, um predador ou apenas uma folha seca. E isso tudo é exemplo perfeito de como a
natureza resolve problemas complexos com o mínimo de recursos e o máximo de
eficiência. Xicoburi acho que isso é bastante diferente de certos seres humanos
que desejam possuir muito para nada produzir.
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