Querido Diário, “Meuzamigo”, Camaradas e “Minhazamiga”,
saudações!
Mais um amanhecer quente de
outono. Carecemos de chuvas! E nesta manhãzinha, durante a caminhada, xicoburi
vi uma vaca voando dando cambalhotas lá no do alto céu azul. No pensar de xicoburi não é apropriado postar
muito no Dia da Mentira. As pessoas podem achar tudo uma brincadeira. No
entanto, as pegadinhas de 1º de abril de hoje foram demais para o gosto de
xicoburi. Recordo bem das notícias sobre as piadas naquela época, e muitas
vezes havia boas ideias nas piadas, enquanto a mídia era escassa. Atualmente há
muitas delas, e a maioria das pessoas quer fazer sua própria pegadinha de 1º de
abril e tudo pode acontecer nesse dia, não é mesmo? Até mesmo a família
bozonaro dizer que é nacionalista e democrática... que a extrema direita é a
favor da classe trabalhadora...etc...etc...
Uma das maiores e mais icônicas
pegadinhas do 1º de abril na imprensa brasileira ocorreu em 1828, quando o
jornal mineiro “A MENTIRA” (e que nome tinha o jornal!) publicou em sua capa a
notícia da morte de Dom Pedro I, então imperador do Brasil. Outras das grandes
pegadinhas do 1º de abril em toda imprensa nacional foi a tal aparição do ET DE
VARGINHA em 1996; embora o caso real tenha ocorrido em janeiro daquele ano,
alguns anos o programa Fantástico da Rede Globo e outros veículos de
comunicação utilizaram a data para criar "atualizações" ou
desdobramentos absurdos sobre o caso como forma de brincadeira... Hummm,
xicoburi acho que para rir mais xicoburi
somente recordando da música do Erasmo Carlos, “PEGA NA MENTIRA!” Xicoburi
mesmo já até penso publicar o próprio enterro num 1º de abril de qualquer ano,
logo depois de ter falecido... Sim, sim! Mas tento não pensar muito no que
acontecerá depois que xicoburi morrer. Claro que sei que o mundo continuará,
embora às vezes xicoburi sinta que ele faz parte de xicoburi também!
E para terminar xicoburi posso
dizer que a prática de jornais e emissoras de TV apresentar notícias absurdas
nessa data já foi uma tradição forte, embora tenha perdido espaço para a preocupação
com a disseminação das tais “fake News” em massa nos dias atuais.
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